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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

A MOEDA EM PORTUGAL AO LONGO DA HISTÓRIA

Até ao Século II antes de Cristo, o território a que hoje pertence Portugal foi povoado ou frequentado por vários povos, sendo que alguns cunhavam moeda própria, a qual, directa ou indirectamente, acabava por ter valor e circular no actual território português.
O primeiro grande povo a colonizar e a estabelecer relações comerciais com os habitantes primitivos do actual território português, terá sido o fenício, no Século VIII a.C..
Aos Fenícios, ter-se-ão seguido os Cartagineses e os Gregos, no Século VI a.C., estes povos já cunhavam moeda própria em ouro ou prata.
No Século V a.C. os Celtas ocupavam parte da Península Ibérica, sendo certo que cunhavam moeda própria, distinta da dos Gregos.
A partir do Século II a.C. os Romanos povoaram o actual território português. Em fins do século II e no século I antes de Cristo, durante o domínio romano da Hispânia, diversas povoações foram autorizadas a bater moeda divisionária própria, presumivelmente para acudir a um crescente desenvolvimento. As suas moedas, com desenhos simples e característicos, alusivos às regiões onde estavam confinadas, foram as primeiras cunhadas no actual território português. As cidades que cunharam moeda própria no território português são as que actualmente corresponde às localidades de Castro Marim, Tavira, Brutobriga, Silves, Elvas, Alvor, Évora, Mértola, Faro, Beja, Alcácer do Sal, e Serpa.
Com o fim da República Romana e o início da Época Imperial, as moedas romanas perderam a figura dos deuses na face, substituindo-a pelo rosto dos imperadores, que se consideravam deuses vivos.
Havia, contudo, em certos locais do Império, grandes nobres que tinham o privilégio de cunhar moeda com o seu próprio rosto.
A partir do ano 305 dão-se grandes divisões no império, que é divido entre o Ocidente e o Oriente. Para a história das moedas circuladas no actual território português, apenas se referem os imperadores do ocidente, pese embora as moedas dos imperadores do oriente tenham o mesmo valor facial e possam ter sido aceites no actual território português.

Cerca do início do Século V da nossa era as tribos designadas por Suevos, acantonadas junto ao Reno no sul da Germânia, migraram através da Gália e, no ano 409, atravessaram os Pirineus, juntamente com os Vândalos. Dois anos depois os Suevos foram autorizados pelos Romanos a fixarem-se na província da Gallaecia (Galiza), onde estabeleceram, sob a chefia de Hermerico, um reino independente com a capital em Bracara (Braga). Nos dois reinados seguintes estenderam-se para sul até Mérida e Sevilha, atingindo a sua maior expansão. Foram a seguir derrotados e confinados de novo no noroeste da Hispânia, até que, já no não de 585, foram incorporados por Leovigildo na Reino Visigodo. Os Suevos bateram moeda no território que é hoje Portugal, copiando espécies romanas, quer em prata – a síliquia – quer em ouro – o solidus ou soldo e o tremissis ou terço de soldo. Destes três valores, os tremisses são as moedas mais conhecidas, apesar de bastante escassas. Espalhados por muses e colecções particulares admite-se não existirem mais de duzentos exemplares. Quanto aos soldos são extremamente raros, não atingindo vinte os espécimes que se conhecem. Da silíquia existem três exemplares, todos em muses.

Os Visigosos romperam as fronteiras da Germânia com o Império Romano cerca do ano 376 e iniciaram um processo migratório para Ocidente, durante o qual saquearam a cidade de Roma. Em 412 cruzaram os Alpes e em 417 entraram na Hispânia, mas logo regressaram à Gália, estabelecendo-se como federados de Roma, com a capital em Tolosa. Admite-se que começaram então a bater moedas de ouro, copiando os solidus e o tremissis romanos. Em 507 foram obrigados pelos Francos a abandonar a Gália. Todavia nos anos seguintes, ajudados pelos Ostrogodos de Itália, conseguiram ficar com a região dos Pirineus até Narbona – onde instalaram a residência real - e estabeleceram-se firmemente na Hispânia, onde passaram também a bater tremisses – copiados do tipo Victoria com palma e coroa de louros – em oficinas que progressivamente se vão espalhando pelo reino. Em 567 subiu ao trono Liuva I, que associou ao governo o irmão Leovigildo. Com a morte de Liuva em 572 aquele ficou só no trono, fixou a capital em Toledo, conquistou parte do sul de Hispânia aos Bizantinos e tomou o reino dos Suevos, mostrando-se um hábil governante. Não se sabe quando terá sido abandonada a enissão dos solidi, mas como aparecem copiados de moedas até Justiniano I (527-565) é de presumir a sua cunhagem até cerca do reinado de Liuva I. Leovigildo alterou progressivamente o desenho dos tramisses até estabelecer a característica cunhagem nacional visigoda.
O Reino dos Visigodos durou até 711, altura em que se deu a invasão da Península Ibérica pelos Muçulmanos.
No ano de 711 (92 da Hégira) os Muçulmanos atravessaram o mar nas Colunas de Hércules e entraram na Hispânia, onde venceram as forças visigodas do rei Rodrigo. Em pouco mais de três anos ficaram senhores de quase toda a península, que se torna a na província do Ândalus, dependente do califa Omiada de Damasco. No Oriente, no ano 750 (132 da Hégira), uma revolução substituiu a dinastia dos Omíadas pela dos Abácidas; seis anos mais tarde, um príncipe Omíada tornou o Ândalus um Emirado Independente. Em 928 (316 H) um seu descente instituiu o Califado de Córdova, que teve, em mais de meio século, resplendor comparável ao das cortes de Constantinopla e do Califado Abácida de Bagdad. Mas em 1031 (422 H), após um longo período de lutas políticas, o último califa de Córdova foi afastado, achando-se o Ândalus fragmentado em pequenos reinos, chamados de Taifas, que lutavam entre si por uma hegemonia. A lenta reconquista da Península pelos Cristãos tornou-se então mais fácil e as Taifas foram forçadas a pedir auxilio dos berberes Almorávidas. Estes conseguiram retardar o avanço cristão, mas acabaram por se instalar no Ândalus. Em 1147 (541 H) a dinastia Almorávida foi substituída em África por um novo movimento reformista, dos Almóadas. Mas no Ândalus, no período que medeia entre o declínio dos Almorávidas e a chegada e consolidação dos Almóadas no poder, apareceram novos reinos de Taifas. Destes, um dos primeiros a formarem-se foi o de Mértola, conquistada em 1144 por Ibn Qasi, filósofo, reformador religioso e político, que ali bateu moeda do tipo quirate. Dele dependeram os territórios do actual Algarve e grande parte do Alentejo, conhecendo-se também quirates e meios quirates batidos em Beja por Ibn Qasi associado ao emir Abu Talib al Zuhri. Ibn Qasi foi deposto no ano seguinte e o governo de toda a região passou para Sidray ibn Wazir, que mudou a capital para Silves, onde emitiu diversas séries de moedas. Ahmad Ibn Qasi conseguiu que os Almóadas viessem à Península e acompanhou-os até à submissão de Silves, onde ficou como governador e onde voltou a emitir quirates e também moedas de ouro.Assim, Mértola, Beja e Silves são as localidades do território hoje Portugal onde, num curto período do século XII, foram batidas moedas pelos muçulmanos de Ândalus.
No entanto, todas as moedas árabes tinham o mesmo valor e circulavam no território árabe que hoje faz parte de Portugal.
Enquanto o sul da Península Ibérica é ocupado pelos Muçulmanos, um grupo de Cristãos refugia-se na região das Astúrias, onde funda o Reino das Astúrias.
O Reino das Astúrias foi fundado por Pelágio (718-737), que, vitorioso dos Mouros em Covadonga, escolhe Cangas para Capital. Sucede-lhe Fávila, seu filho, que reina apenas dois anos (737-739) e a este Afonso I, o Católico (739-757), seu cunhado, que avança até ao Douro. Lega o poder a Fruela I (757-768), que funda Oviedo. Segue-se o período obscuro dos reis usurpadores (Aurélio, Silo, Mauregato, Bermudo I) Afonso II, o Castro (791-842), muda a corte para Oviedo, relaciona-se com Carlos Magno, continua a luta contra os Muçulmanos e chega a Lisboa, que saqueia. Raimundo I (842-850) doma as revoltas interiores e vence os Normandos, que haviam desembarcado nas costas galegas e asturianas. Ordonho I (850-866) prossegue a guerra contra os Normandos, reedifica Leão, Astorga, Tui, reconquista Orense, toma Cória e Salamanca. Afonso III, o Magno (866-910), aproveitando as dissensões entre os Muçulmanos, conquista Lamego, Viseu, Coimbra e estende os limites do reino até à foz do Mondego. Passa a intitular-se “Rei de Leão”, depois de haver mudado a capital para esta cidade. Integrado no de Leão, o reino das Astúrias desaparece.
O Reino de Leão teve inicio no reinado de Afonso III o Magno, rei das Astúrias, que se auto-proclamou rei de Leão. Com a morte do rei, o reino foi divido pelos seus três filhos, ficando Garcia com Leão, Ordonho II com Galiza e Fruela II com Astúrias. Garcia teve um reinado muito curto (910-914), tendo-lhe sucedido o irmão Ordonho II (914-924) e a este Fruela II (924-925), que voltou a reunir todo o reino. A Fruela II, sucedeu o seu filho Afonso IV (925-931), que acabou por abdicar a favor de seu irmão Raimundo II (931-951). Os monarcas que lhe seguem vêem-se envolvidos em guerras civis. Ordonho III (951-956) é combatido pelo irmão Sancho, que lhe disputa a coroa. Sancho I (956-966) é expulso pelos fidalgos, que chamam ao poder Ordonho IV (958-960). Com a ajuda de Abderramão, Sancho I recupera o trono, mas é obrigado a ceder aos Muçulmanos várias cidades e castelos. Sucede-lhe Ramiro III (966-982) e a este Bermudo II (982-999). Afonso V (999-1027), reconstitui a capital, reúne o Concílio de Leão e continua a luta contra os infiéis, durante a qual ataca Viseu, onde é ferido mortalmente. Sucede-lhe Bermudo III (1027-1037), com o qual se extingue a dinastia leonesa, que trouxera a fronteira meridional do reino até ao Mondego e declive setentrional da serra da Estrela. Morto na Batalha de Tâmara contra Fernando I, seu cunhado, rei de Castela (1035-1065), este une Leão ao seu reino. O reino de Leão volta a resucitar após a morte do monarca em 1065, que partilha o reino pelos seus três filhos. Um destes, Afonso VI, rei de Leão, vencidos os seus dois irmãos, torna a reconstituir a unidade.
Em 1095, o rei de Leão Afonso VI entrega o governo do território entre o Minho e o Tejo a um nobre francês de alta estirpe, o Conde D. Henrique de Borgonha, que, com outros cavaleiros franceses, viera à Península para tomar parte nas lutas da reconquista cristã.
Em 1109, presumivelmente em Guimarães, nasce o filho de D. Henrique com D. Teresa, D. Afonso Henriques, que herda o governo do Condado Portucalense com 14 anos de idade, ficando o conde galego Fernando Peres como regente, juntamente com sua mãe.
D. Afonso Henriques revoltou-se, juntamente com alguns barões, contra sua mãe, tendo-a vencido na batalha de S. Mamede, em 1128, ficando D. Afonso Henriques com o governo do Condado.
Em 1139 o jovem príncipe intitula-se rei e vence os mouros na Batalha de Ourique.
Em Março de 1147 conquistou Santarém e em Outubro Lisboa.
Em 1179, o Papa Alexandre III, por bula, confirmou o título de rei usado por Afonso Henriques e o domínio de todos os territórios por ele conquistados aos mouros.
Nascia oficialmente o Reino de Portugal.
Entrando agora no período da Monarquia, temos as primeiras moedas portuguesas a surgir durante o reinado de D. Afonso Henriques.
Este rei cunhou moedas de dois valores, o Dinheiro e a Mealha (que valia 1/2 Dinheiro)
D. Sancho I, cunhou o Morabitino, a primeira moeda em ouro, que valia 180 Dinheiros.
O primeiro rei a colocar uma figura coroada na moeda foi D. Fernando I.
Com o fim do reinado de D. Fernando, dá-se o 1º Interregno.
Neste período contorbado, surge o primeiro caso de edição de moedas de reis sem coroa em Portugal.
D. Beatriz manda cunhar um Real em Prata, que tem no anverso o seu busto lateral, surgindo coroada. Esta moeda terá sido cunhada em Santarém.
Simultâneamente, D. João, enquanto regedor e Defensor do Reino, manda cunhar, igualmente, moeda própria, também em prata.
Esta moeda é diferente daquela que surgirá posteriormente, quando D. João passa a ser rei de Portugal.
Com a morte de D. Sebastião, D. Henrique cunha moeda própria, pondo fim às moedas da Segunda Dinastia.
Dá-se, então, o 2º Interregno.
Os 5 governadores eleitos nas cortes de Lisboa, mandam cunhar moeda própria, constando na legenda Governadores e Defensores do Reino.
Entre 1580 e 1583, D. António Prior do Crato edita, igualmente, moeda própria.
Tais moedas, em geral, são dificieis de encontrar, mas não demasiadamente raras, salvo a de 500 Reais em ouro, de que são conhecidos apenas 3 exemplares e as de 1000 Reais, que surgem em catálogo com a indicação de raras.
D. António, cunhou pelo menos 9 tipos de moeda com valor diferente.
A correr em simultâneo, encontravam-se as moedas de Filipe I, rei de Portugal.
Com reimplantação da independencia em 1640, D. João IV inicia a cunhagem de moeda portuguesa para, em 1663, no reinado de Afonso VI, surgir a primeira moeda datada em Portugal.
A moeda também é usada para consolidar mudanças politicas e de regime. Com a implantação da República, o sistema monetário foi alterado para o Escudo, uma forma de apagar da memória do povo os "Reis".
De uma forma diferente, em 2002, Portugal assume a integração europeia com a adesão ao Euro, dando uma machadada (na visão dos mais cépticos e nacionalistas) na soberania portuguesa.
Também as Colónias e as regiões autónomas tiveram moeda própria.Existem moedas cunhadas para as regiões autónomas da Madeira e dos Açores, não só durante o período monárquico mas até na República.
Macau teve moeda própria até à sua integração na China e todas as colónias, incluindo as cidades indianas tiveram edições próprias de moedas.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

A MOEDA AO LONGO DA HISTÓRIA


Com o aparecimento das primeiras civilizações, nasceu a necessidade do homem estabelecer um valor para os seus artigos. A troca directa, apesar de eficaz inicialmente, depressa se mostrou desadequada, uma vez que o valor que um individuo atribuía a um determinado bem não ser equivalente ao atribuído pelo outro.

Com o aumento dos excedentes de produção e o aparecimento das rotas comerciais entre os povos e civilizações, a necessidade de atribuir um valor fixo a um determinado bem, que poderia ser aceite em troca de qualquer produto (moeda de troca) aumentou ainda mais. Assim, antes do aparecimento da primeira moeda como hoje a conhecemos, foram usados os mais estranhos produtos como moeda, por todo o mundo civilizado. Na antiga Suméria (cerca de 3000 a.C.) anéis feitos a partir dos aros dos búzios eram usados como moeda de pequeno valor, presos por um fio, para facilitar o transporte. Os Celtas (cerda do Séc. VI a.C. usavam um sistema idêntico, mas os anéis eram feiros em metal. Na África e na Oceânia, eram usados pequenos búzios como moeda de troca, pratica que ainda se verificava no Séc. XIX. Na época Romana, o sal era usado como moeda, havendo soldados que recebiam o seu “salário” nesse género alimentício.
Entre os Aztecas, a moeda de troca principal era a semente de cacau, que circulava no Séc. XVI quando os europeus aí chegaram.
O aperfeiçoamento da metalorgia permitiu o fabrico de lingotes e o seu uso em transacções comerciais. Em fase mais adiantada, os lingotes foram marcados com punção e deles se passou para as primeiras moedas, simples placas de metal com toscas figuras a marca-las. Mas a evolução foi lenta e não se processou igualmente em todas as regiões do Mundo.
Na China, o ouro e a prata corriam em lingotes ainda na 1º metade do século passado, sendo verdadeira moeda a sapeca de cobre, de pequeno valor.
Dos povos que habitaram as regiões do Mediterrâneo, o que 1º cunhou moeda foi o da Lídia. Todavia, a invenção é geralmente atribuída a Fídon, rei de Argos e teria principiado na ilha Egina, c. 670 a.C. Foram os Gregos que tiveram a noção exacta da função da moeda metálica na actividade comercial. Transmitiram o uso aos Fenícios em época recuada e, mais tarde, com Alexandre, aos povos do Norte da Índia. Asiáticos, Europeus e Africanos, em contacto com as colónias gregas, adoptaram este uso.
No egipto, houve moeda de vidro moldado, espécie que os Bizantinos imitaram quando ali se instalaram e, depois deles, os Árabes, que a introduziram na Sicília.
A 1ª moeda grega era cavada, mas, no fim do século V a.C. a de Atenas já tinha figuras em relevo. Como a Grécia era constituída por quase milhar e meio de cidades, foi muito grande o fabrico de moedas por ordem dos governos locais. Só no que respeita a Atenas é conhecida a organização da Casa da Moeda. Mas sabe-se que, além das oficinas próprias de certas cidades, em algumas havia oficinas particulares que satisfaziam encomendas de moedas para o estrangeiro.

Etruscos e Romanos receberam dos Gregos o uso da moeda. Em Roma, a mais antiga, de bronze, é do reinado de Sérvio Túlio. No meado do Século III a.C. aparece a 1ª moeda em prata e no tempo de Júlio César a de ouro. A mais antiga é rude. O fabrico aperfeiçoa-se durante a República e mais ainda no tempo do Império, mas sem nunca atingir a categoria artística da melhor moeda grega. A máquina administrativa da República organizou em Roma, no Capitólio, em instalações do templo Juno Moneta, uma oficina produtora de moeda. Da localização veio o nome latino de moneta, que em português deu moeda.
Outras oficinas análogas existiram nas províncias. Os generais tinham o direito de cunhar moeda de ouro e de prata. Usou dessa faculdade Bruto – o assassino de Júlio César – para fabricar moeda durante a campanha em que ficou vencido. Augusto determinou que a cunhagem de moeda de ouro e prata ficasse reservada ao imperador, continuando a pertencer ao Senado as atribuições relativas à de cobre. No tempo de Aureliano ficou toda a moeda a depender do Imperador.
Os Romanos adoptaram dos Gregos as várias técnicas monetárias. A moeda mais antiga, feita a martelo sobre folha delgada de ouro ou prata, era usada para fabrico de brácteas, com relevo numa face e cavada na oposta. Aspecto parecido tinha a denominada incusa. Numa técnica mais avançada, cunho e contracunho tinham figuras diferentes, que ficavam em relevo nas duas faces da moeda, permitindo, desse modo, melhor gravura no disco metálico entre eles introduzido.
Os Romanos conhecem também a moeda fundida. Este processo, em que utilizavam moldes de barro, foi usado para as 1ªs moedas de bronze e parece que também nas expedições militares. Na moeda do Império apareceu novo tipo de cunho, em que se gravava à mão o retrato ou figura, sendo as palavras impressas com letras móveis (letra a letra) no mesmo cunho.
Se algumas cidades gregas tiveram moeda de electrão (liga de ouro e prata), os Romanos só amoedaram o ouro, a prata e o bronze (liga de cobre e estanho). Em época posterior a Caracala houve moeda de bronze com banho de prata aplicado a quente. Esta moeda era diferente daquela a que damos o nome de forrada – cobre, ferro ou chumbo revestido de fina camada de ouro ou prata.
À moeda Romana sucederam, no Ocidente, a visigótica e outras bárbaras, cunhadas em nome do nome imperador bizantino, a quem se reconhecia soberania mais honorífica que real. Essa moeda, bem como a dos merovíngios, faz lembrar certos exemplares célticos.
A moeda medieval nos vários reinos da Europa Central e Ocidental desenvolveu-se à margem da bizantina, que só exerce alguma influência na veneziana. As espécies são de pequena espessura , dos metais usados pelos Romanos e ainda de bilhão prata baixa com muita liga. Geralmente simples, moderniza-se aos poucos em França e só no Século XVIII deixa definitivamente de ser cunhada a martelo.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Eslováquia aderiu ao Euro


A família Euro continua a crescer ano após ano.
A partir do dia 1 de Janeiro passou a integrar um novo Estado, desta vez a Eslovénia.
Assim, passam a ser Estados emissores de Euro, os iniciais:
Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália, Irlanda, Holanda, Bélgica, Luxembugo, Grécia, Áustria, Finlândia,
Vaticano, São Marino e Mónaco.

Os 3 que aderiram em 2008:
Chipre, Malta, Eslovénia

E o que aderiu este ano de 2009:
Eslováquia

domingo, 4 de janeiro de 2009

LISTAGEM DOS SISTEMAS MONETÁRIOS QUE COMPÕEM A MINHA COLECÇÃO DE MOEDAS, QUE SE PRETENDE VER RECONHECIDA PELO GUINESS COMO A COLECÇÃO DE MOEDAS REPRESENTATIVA DO MAIOR NÚMERO DE PAÍSES E DO MAIOR NÚMERO DE SISTEMAS MONETÁRIOS:


AACHEN
AARGAU
ABÁSSIDAS
AÇORES - MONARQUIA
AÇORES - REPÚBLICA
ACRE
AFEGANISTÃO - EMIRADO
AFEGANISTÃO - MONARQUIA
AFEGANISTÃO - REPÚBLICA DEMOCRÁTICA
ÁFRICA CENTRAL
ÁFRICA DO ESTE ALEMÃ
ÁFRICA DO ESTE BRITÂNICA
ÁFRICA DO SUL - ZUID AFRIK REPUBLIC
ÁFRICA DO SUL - UNIÃO SUL AFRICANA
ÁFRICA DO SUL - REPÚBLICA
ÁFRICA EQUATORIAL
ÁFRICA EQUATORIAL FRANCESA
ÁFRICA OCIDENTAL
ÁFRICA OCIDENTAL BRITÂNICA
ÁFRICA OCIDENTAL FRANCESA
AL-ANDALUZ
ALBÂNIA - OCUPAÇÃO ITALIANA
ALBÂNIA - REPÚBLICA POPULAR
ALBÂNIA - REPÚBLICA
ALDERNEY
ALEMANHA - IMPÉRIO
ALEMANHA - REPÚBLICA DE WEIMAR
ALEMANHA - TERCEIRO REICH
ALEMANHA - FEDERAL
ALEMANHA - EURO
ALEMANHA DE LESTE
ALGHARBE
ALMOADAS
ANDORRA
ANGOLA - COLÓNIA PORTUGUESA
ANGOLA - INDEPENDENTE
ANNAM
ANTIGUA
ANTILHAS HOLANDESAS
ANTIOQUIA
ARÁBIA DO SUL
ARÁBIA SAUDITA
ARADUS
ARGÉLIA - OCUPAÇÃO FRANCESA
ARGÉLIA - INDEPENDENTE
ARGENTINA - REFORMA MONETÁRIA INDEPENDENCIA-1970
ARGENTINA - REFORMA MONETÁRIA 1970-1983
ARGENTINA - REFORMA MONETÁRIA 1985-1992
ARGENTINA - REFORMA MONETÁRIA 1992-
ARMÉNIA
ARUBA
ASCENSÃO
ASTÚRIAS Y LEON
AUSTRÁLIA - SISTEMA MONETÁRIO PRÉ-DECIMAL
AUSTRÁLIA - SISTEMA MONETÁRIO DECIMAL
AUSTRIA - MEDIEVAL E IMPERIAL
AUSTRIA - IMPÉRIO AUSTRO-HUNGARO
AUSTRIA - PRÉ-II GUERRA MUNDIAL
AUSTRIA - PÓS-II GUERRA MUNDIAL
AUSTRIA - EURO
AZERBAIJÃO
AZERBAIJÃO
BABILÓNIA
BAHAMAS - COLÓNIA
BAHAMAS - INDEPENDENTE
BAHREIN
BAIXO CANADÁ
BALSA
BANGLADESH
BARBADOS
BARCELONA
BARCELONA
BAVÁRIA
BÉLGICA
BÉLGICA - EURO
BELIZE
BENGALA
BENIM
BERMUDAS
BIELO-RÚSSIA
BOHÉMIA & MORÁVIA
BOLÍVIA - REFORMA MONETÁRIA 1870-1951
BOLÍVIA - REFORMA MONETÁRIA 1951-1987
BOLÍVIA - REFORMA MONETÁRIA 1987-
BOSNIA-HERZEGOVINA
BOTSWANA
BRASIL - PERÍODO COLONIAL
BRASIL - REFORMA MONETÁRIA 1834-1889
BRASIL - REFORMA MONETÁRIA 1889-1942
BRASIL - REFORMA MONETÁRIA 1942-1967
BRASIL - REFORMA MONETÁRIA 1967-1985
BRASIL - REFORMA MONETÁRIA 1986-1989
BRASIL - REFORMA MONETÁRIA 1989-1990
BRASIL - REFORMA MONETÁRIA 1990-1993
BRASIL - REFORMA MONETÁRIA 1993-1994
BRASIL - REFORMA MONETÁRIA 1994-
BRUNEI
BRUNSWICK-WOLFENBUTTEL
BULGÁRIA - REINO
BULGÁRIA - REPÚBLICA POPULAR
BULGÁRIA - REPÚBLICA
BULGÁRIA - REPÚBLICA REFORMA MONETÁRIA 1999-
BURKINA FASO
BURUNDI
BUTÃO
CABO VERDE - COLÓNIA PORTUGUESA
CABO VERDE - INDEPENDENCIA
CAMARÕES - MANDATO FRANCÊS
CAMBODJA - REPÚBLICA KHMER
CAMBODJA - REPÚBLICA POPULAR DA KAMPUCHEA
CAMBODJA - REINO DO CAMBODJA
CANADÁ
CARMO
CARTAGO NOVA
CARTEIA
CASTELA E LEÃO
CASTULO
CAZAQUISTÃO
CELTAS DO DANÚBIO
CEUTA - DOMINIO PORTUGUÊS
CHADE
CHECOSLOVÁQUIA - REPÚBLICA
CHECOSLOVÁQUIA - REPÚBLICA POPULAR
CHECOSLOVÁQUIA - REPÚBLICA SOCIALISTA
CHECOSLOVÁQUIA - REPÚBLICA FEDERAL
CHEKIANG - PROVINCIA DA CHINA
CHIHLI - PROVINCIA DA CHINA
CHIHUAHUA
CHILE - SISTEMA MONETÁRIO 1817-1960
CHILE - SISTEMA MONETÁRIO 1960-1975
CHILE - SISTEMA MONETÁRIO 1975-
CHINA - DINASTIA ZHOU ORIENTAL
CHINA- DINASTIA QIN
CHINA - DINASTIA SONG DO NORTE
CHINA - DINASTIA SONG DO SUL
CHINA - DINASTIA JIN
CHINA - DINASTIA QING
CHINA - DINASTIA QING
CHINA - DINASTIA QING
CHINA - DINASTIA QING
CHINA - DINASTIA QING
CHINA - DINASTIA QING
CHINA - DINASTIA QING
CHINA - DINASTIA QING
CHINA - DINASTIA QING
CHINA - DINASTIA QING
CHINA - REPÚBLICA
CHINA - REPÚBLICA POPULAR
CHIPRE - DOMINIO BRITÂNICO
CHIPRE - DOMINIO BRITÂNICO - SISTEMA DECIMAL
CHIPRE - INDEPENDENTE
CHIPRE - REFORMA MONETÁRIA 1983
CHIPRE - EURO
CHOLA
COCHIN
COLOMBIA
COLÓNIAS FRANCESAS
COMORES
CONGO
CONGO - CONGO BELGA
CONGO - CONGO BELGA RUANDA URUNDI
CONGO - REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO
CONGO - ZAIRE
CONGO - REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO
CONSTANTINOPLA
CORDUBA
COREIA DO NORTE
COREIA DO SUL
COSTA DO MARFIM
COSTA RICA
CRETA
CROÁCIA
CUBA
CUBA - PESO CONVERTÍVEL
CUBA - MOEDAS PARA VISITANTES
CURAÇAO
CYZICUS
DINAMARCA - IDADE MÉDIA-1813
DINAMARCA - 1856-1874
DINAMARCA - 1874-
DJIBOUTI
DOMINICA
EBORA
EGIPTO - DINASTIA PTOLOMAICA
EGIPTO - DOMINIO OTOMANO
EGIPTO - MONARQUIA
EGIPTO - REPÚBLICA
EGIPTO - REPÚBLICA ÁRABE UNIDA
EGIPTO - REPÚBLICA ÁRABE
EL SALVADOR
EMIRADOS ÁRABES UNIDOS
ENDERBYLAND
EQUADOR
ERITREIA
ESCÓCIA
ESLOVÁQUIA
ESLOVÉNIA
ESLOVÉNIA - EURO
ESPANHA - REINO (1492-1870)
ESPANHA - PRIMEIRA REPÚBLICA
ESPANHA - REINO RESTAURAÇÃO
ESPANHA - SEGUNDA REPÚBLICA
ESPANHA - DITADURA FRANQUISTA
ESPANHA - REINO DE ESPANHA RESTAURAÇÃO (1975-2002)
ESPANHA - EURO
ESTADOS DO CARIBE ORIENTAL - PERÍODO COLONIAL
ESTADOS DO CARIBE ORIENTAL - INDEPENDENCIA
ESTADOS PONTIFÍCIOS
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
ESTÓNIA - PRIMEIRA REPÚBLICA
ESTÓNIA
ETIÓPIA - IMPÉRIO
ETIÓPIA - REPÚBLICA POPULAR DEMOCRÁTICA
EVREUX - CÂMARA DE COMÉRCIO
FATIMIDAS
FENGTIEN
FIJI - PERÍODO COLONIAL
FIJI - INDEPENDENTE
FILIPINAS - ADMINISTRAÇÃO NORTE AMERICANA
FILIPINAS - COMMONWEALTH
FILIPINAS - REPÚBLICA
FILIPINAS - REFORMA MONETÁRIA 1967-
FINLÂNDIA - REPÚBLICA
FINLÂNDIA - EURO
FRANÇA - FUNDAÇÃO ATÉ 1791
FRANÇA - PRIMEIRA REPÚBLICA
FRANÇA - RESTAURAÇÃO DA MONARQUIA
FRANÇA - SEGUNDO IMPÉRIO
FRANÇA - TERCEIRA REPÚBLICA
FRANÇA - OCUPAÇÃO ALEMÃ
FRANÇA - GOVERNO PROVISÓRIO
FRANÇA - QUARTA REPÚBLICA
FRANÇA - EURO
FUKIEN - PERÍODO IMPERIAL
FUKIEN - PERÍODO REPUBLICANO
GABÃO
GADES
GÂMBIA
GANA
GAZA
GEORGIA
GIBRALTAR
GRÃ-BRETANHA - SISTEMA PRÉ-DECIMAL
GRÃ-BRETANHA - SISTEMA DECIMAL
GRANADA
GRÉCIA - INDEPENDENCIA - MONARQUIA
GRÉCIA - PRIMEIRA REPÚBLICA
GRÉCIA - RESTAURAÇÃO DA MONARQUIA
GRÉCIA - SEGUNDA REPÚBLICA
GRÉCIA - EURO
GRONELÂNDIA
GUADALUPE
GUATEMALA
GUERNSEY - SISTEMA PRÉ-DECIMAL
GUERNSEY - SISTEMA DÉCIMAL
GUIANA
GUIANA FRANCESA
GUINÉ
GUINÉ - SISTEMA DECIMAL
GUINÉ EQUATORIAL
GUINÉ-BISSAU - PERÍODO COLONIAL
GUINÉ-BISSAU - INDEPENDENTE
HAITI
HAMBURGO
HANNOVER
HEI LUNG KIANG
HOLANDA - SISTEMA PRÉ-DECIMAL
HOLANDA - SISTEMA DECIMAL
HOLANDA - EURO
HONAN
HONDURAS - ESTADO DAS HONDURAS
HONDURAS - REPÚBLICA
HONDURAS BRITÂNICAS
HONG KONG
HUNGRIA - REFORMA MONETÁRIA 1892-1926
HUNGRIA - REGÊNCIA 1926-1945
HUNGRIA - REPÚBLICA POPULAR 1949-1989
HUNGRIA - REPÚBLICA 1989-
HUPEH
HYDERABAD
IÉMEN - REPÚBLICA UNIDA
IÉMEN DO NORTE
ILHA BAKER
ILHA BUCK
ILHA DE MAN
ILHA GARDINER
ILHA MAUI
ILHA PEDRO I
ILHA WAKE
ILHAS CAIMÃS
ILHAS COOK
ILHAS CROZET
ILHAS FALKLAND
ILHAS FEROE
ILHAS KERGUELEN
ILHAS MARIANAS DO NORTE
ILHAS MARSHALL
ILHAS MIDWAY
ILHAS PITCAIRN
ILHAS SALOMÃO
ILHAS SOUTH GEORGIA E SOUTH SANDWICH
ILHAS TURKS & CAICOS
ILHAS VIRGENS BRITÂNICAS
INDIA - SISTEMA PRÉ-DECIMAL
INDIA - SISTEMA DECIMAL
INDIA BRITÂNICA - COMPANHIA DAS INDIAS ORIENTAIS
INDIA BRITÂNICA - PÓS COMPANHIA DAS INDIAS
INDIA PORTUGUESA - MONARQUIA
INDIA PORTUGUESA - REPÚBLICA
INDIAS OCIDENTAIS DINAMARQUESAS
INDIAS ORIENTAIS HOLANDESAS
INDOCHINA FRANCESA
INDONÉSIA
INDORE
INGLATERRA
IRÃO - MONARQUIA
IRÃO - REPÚBLICA ISLÂMICA
IRAQUE - MONARQUIA
IRAQUE - REPÚBLICA
IRAQUE - REPÚBLICA PÓS SADDAM
IRLANDA - PRÉ-INDEPENDENCIA
IRLANDA - SISTEMA PRÉ-DÉCIMAL
IRLANDA - SISTEMA DÉCIMAL
IRLANDA - EURO
ISLÂNDIA - REINO
ISLÂNDIA - REPÚBLICA
ISLÂNDIA - REFORMA MONETÁRIA 1981
ISRAEL - REFORMA MONETÁRIA (1949-1958)
ISRAEL - REFORMA MONETÁRIA (1958-1980)
ISRAEL - REFORMA MONETÁRIA (1980-1985)
ISRAEL - REFORMA MONETÁRIA (1985-)
ITÁLIA - MONARQUIA
ITÁLIA - REPÚBLICA
ITÁLIA - EURO
JAMAICA - PERÍODO COLONIAL
JAMAICA - SISTEMA DECIMAL
JAPÃO - SISTEMA PRÉ-DÉCIMAL
JAPÃO - SISTEMA DÉCIMAL
JERSEY - SISTEMA PRE-DECIMAL
JERSEY - SISTEMA DÉCIMAL
JORDÂNIA - SISTEMA PRÉ-DÉCIMAL
JORDÂNIA - REFORMA MONETÁRIA 1992
JUDEIA - DOMÍNIO SELÊUCIDA
JUDEIA - DOMÍNIO ROMANO
JUGOSLÁVIA - REPÚBLICA POPULAR FEDERAL
JUGOSLÁVIA - REPÚBLICA FEDERAL SOCIALISTA
JUGOSLÁVIA - REPÚBLICA FEDERAL REFORMA MONETÁRIA 1994-2003
JULIA TRADUCTA
KANSU
KATANGA
KEELING COCOS
KELANTAN
KÉNIA
KIRIBATI
KIRIN
KOWEIT
KURDISTÃO
KUSHAN
KWANGSI
KWANGTUNG - IMPÉRIO
KWANGTUNG - REPÚBLICA
KWEICHOW
LAOS - REINO LAO
LAOS - MONARQUIA
LAOS - REPÚBLICA DEMOCRÁTICA POPULAR
LENCASTRE
LESOTO
LETÓNIA - PRIMEIRA REPÚBLICA
LETÓNIA - SEGUNDA REPÚBLICA
LIBANO
LIBÉRIA
LIBIA - MONARQUIA
LIBIA - REPÚBLICA
LIECHTENSTEIN
LIECHTENSTEIN
LITUÂNIA
LOMBARDY-VENETIA
LUXEMBURGO - GRÃ-DUCADO
LUXEMBURGO - EURO
MACAU
MACEDÓNIA
MADAGÁSCAR - REPÚBLICA MALAGASY
MADAGÁSCAR - REPÚBLICA DEMOCRÁTICA
MADAGÁSCAR - REPÚBLICA DO MADAGÁSCAR
MADEIRA - MONARQUIA
MADEIRA - REPÚBLICA
MALACA
MALÁSIA - PERÍODO COLONIAL
MALÁSIA - E BORNEU BRITÂNICO
MALÁSIA - INDEPENDENTE
MALAWI - SISTEMA PRÉ-DECIMAL
MALAWI
MALDIVAS
MALI
MALTA
MALTA - EURO
MALWA
MARROCOS - PERÍODO PRÉ-OCUPAÇÃO FRANCESA
MARROCOS - OCUPAÇÃO FRANCESA
MARROCOS - REINO INDEPENDENTE
MARROCOS - REFORMA MONETÁRIA 1974
MAURICIAS - PERÍODO COLONIAL FRANCÊS
MAURICIAS - PERÍODO COLONIAL BRITÂNICO
MAURICIAS - INDEPENDENTE
MAURITANIA
MAURYA
MÉXICO - SEGUNDA REPÚBLICA
MÉXICO - ESTADOS UNIDOS DO MÉXICO
MÉXICO - REFORMA MONETÁRIA 1992
MÉXICO - REFORMA MONETÁRIA 1992
MICRONÉSIA
MOÇAMBIQUE - PERÍODO COLONIAL
MOÇAMBIQUE - REFORMA MONETÁRIA 1980
MOLDÁVIA
MOLOSSIA
MÓNACO - SISTEMA MONETÁRIO PRÉ-EURO
MÓNACO - REFORMA MONETÁRIA 1976
MÓNACO - EURO
MONGÓLIA - REPÚBLICA POPULAR
MONGÓLIA - ESTADO DA MONGÓLIA
MONTE CRISTO - REPÚBLICA REVOLUCIONÁRIA
MONTENEGRO
MONTSERRAT
MUSCAT & OMÃ - PERÍODO COLONIAL
MUSCAT & OMÃ - INDEPENDENCIA
MYANMAR
NABATEUS
NAGAS DE NARWAR
NAGORNO-KARABAKH
NAMIBIA
NAURU
NEPAL
NEW BRUNSWICK
NICARÁGUA
NICOMÉDIA
NIGER
NIGÉRIA - PERÍODO COLONIAL
NIGÉRIA - INDEPENDENTE
NIUE
NORUEGA
NOVA CALEDÓNIA
NOVA ZELÂNDIA - SISTEMA PRÉ-DÉCIMAL
NOVA ZELÂNDIA - SISTEMA DÉCIMAL
OAXACA
OBULCO
OCEANIA FRANCESA
OLBIA
OMÃ
OMÍADAS
ORDEM DE MALTA
OSTIA
PALAU
PALESTINA
PANAMÁ
PAPUÁSIA NOVA GUINÉ
PAQUISTÃO - SISTEMA MONETÁRIO PRÉ-DÉCIMAL
PAQUISTÃO - SISTEMA MONETÁRIO DÉCIMAL
PARAGUAI
PERU - SISTEMA MONETÁRIO 1893-1986
PERU - SISTEMA MONETÁRIO 1985-1990
PERU - SISTEMA MONETÁRIO 1991-
POLINÉSIA FRANCESA
POLÓNIA - REPÚBLICA
POLÓNIA - OCUPAÇÃO ALEMÃ
POLÓNIA - PÓS II GUERRA MUNDIAL
POLÓNIA - REPÚBLICA POPULAR
POLÓNIA - REPÚBLICA
POLÓNIA - REFORMA MONETÁRIA 1995
PORTUGAL - FERNANDO I
PORTUGAL - SEBASTIÃO
PORTUGAL - JOÃO VI
PORTUGAL - MANUEL II
PORTUGAL - REPÚBLICA
PORTUGAL - ECU
PORTUGAL - EURO
PRÚSSIA - SISTEMA MONETÁRIO PRÉ-MARK
PRÚSSIA - SISTEMA MONETÁRIO MARK
QATAR
QATAR & DUBAI
QUIRGUISTÃO
REPÚBLICA CENTRO-AFRICANA
REPÚBLICA CHECA
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA ÁRABE SAHARAWI
REPÚBLICA DOMINICANA
REUNIÃO
RIAU
RODÉSIA & NYASALAND
ROMA
ROMÉNIA - REINO
ROMÉNIA - REPÚBLICA (1952-1965)
ROMÉNIA - REPÚBLICA SOCIALISTA (1965-1989)
ROMÉNIA - REPÚBLICA (1989-)
RUANDA
RUANDA-BURUNDI
RÚSSIA - PERÍODO IMPERIAL
RÚSSIA - REFORMA MONETÁRIA 1991
RÚSSIA - REFORMA MONETÁRIA 1992-
SAARLAND
SAINT CHRISTOPHER & NEVIS
SAINT PIERRE & MIQUELON
SAMOA
SAMOA AMERICANA
SAN MARINO - LIRA
SAN MARINO - EURO
SANTA HELENA & ASCENSÃO
SANTA LÚCIA
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - PERÍODO COLONIAL
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - INDEPENDENCIA
SÃO VICENTE E GRANADINAS
SEALAND
SEBORGA
SELEUCIDAS
SENEGAL
SERRA LEOA
SÉRVIA
SÉRVIA E MONTENEGRO
SEYCHELLES - PERÍODO COLONIAL
SEYCHELLES - INDEPENDENTE
SHAHI
SIDON
SINGAPURA
SINKIANG
SIRIA - PROTECTORADO FRANCÊS
SIRIA - REPÚBLICA ÁRABE
SISCIA
SOMÁLIA - REFORMA MONETÁRIA 1976-1999
SOMÁLIA - REPÚBLICA DA SOMÁLIA (1999-)
SOMALILANDIA
SPITZBERGEN
SRY LANKA - CEILÃO BRITÂNICO
SRY LANKA - REPÚBLICA DO CEILÃO
SRY LANKA - REPÚBLICA DO CEILÃO
STRAITS SETTLEMENTS
SUAZILÂNDIA
SUDÃO - INDEPENDENCIA
SUDÃO - REFORMA MONETÁRIA 1992-
SUÉCIA
SUÍÇA
SURINAME
SZECHUAN - IMPERIO
SZECHUAN - REPÚBLICA
SZECHUAN-SHENSI SOVIET
TAILÂNDIA
TAIWAN
TAJIQUISTÃO
TANZANIA
TESSALÓNICA
TIBETE
TICINIUM
TIMOR-LESTE - PERÍODO COLONIAL
TIMOR-LESTE - INDEPENDENTE
TOGO - PERÍODO COLONIAL
TOKELAU
TONGA
TRANSNISTRIA
TRAVANCORE
TRINIDAD E TOBAGO - PERÍODO COLONIAL
TRINIDAD E TOBAGO - REPÚBLICA
TRISTAN DA CUNHA
TUNISIA - DOMÍNIO OTOMANO
TUNISIA - OCUPAÇÃO FRANCESA
TUNISIA - INDEPENDENTE
TURQUEMENISTÃO
TURQUIA - IMPÉRIO OTOMANO
TURQUIA - REPÚBLICA
TURQUIA - REPÚBLICA
TUVALU
UCRÂNIA
UGANDA
URUGUAI - INDEPENDENTE
URUGUAI - REFORMA MONETÁRIA 1977-1993
URUGUAI - REFORMA MONETÁRIA 1993-
USBEQUISTÃO
VANUATU
VATICANO - LIRA
VATICANO - EURO
VENEZA
VENEZUELA
VIETNAME DO SUL
YUNNAN
ZAMBIA - SISTEMA PRÉ-DÉCIMAL
ZAMBIA - SISTEMA DÉCIMAL
ZANZIBAR
ZIMBABWE - RODÉSIA DO SUL
ZIMBABWE - RODÉSIA (1960-1970)
ZIMBABWE - RODÉSIA REPUBLICA (1970-1980)
ZIMBABWE - INDEPENDENCIA