quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Mau tempo em Portimão
sábado, 19 de dezembro de 2009
Concerto de Natal da Vitória
sábado, 12 de dezembro de 2009
Exposição as Carrinhas de Portimão
9ª Corrida Fotográfica de Portimão
Casa de Manuel Teixeira Gomes
Portimão presta homenagem a Júlio Amaro
Num momento particularmente concorrido, contando com a presença da família de Júlio Amaro, do Presidente da Câmara Municipal de Portimão e demais executivo permanente, do Presidente da Assembleia Municipal de Portimão e dos Deputados da Assembleia da República Mendes Bota e Antonieta Guerreiro, foi prestada a devida homenagem, com intervenções a cargo de Abílio Lima e Manuel da Luz.
Gonçalo Amaral apresenta novo livro em Portimão
No próximo dia 21 de Dezembro de 2009, pelas 18:00 horas. no Retiro do Peixe Assado, em Portimão, decorrerá a apresentação do novo livro de Gonçalo Amaral, "A Mordaça Inglesa - A história de um livro proibido".
A apresentação da obra estará a cargo do Dr. Paulo Sargento, Psicólogo e Professor Universitário.
No seu mais recente livro, que pretende ser um grito de revolta contra a censura de que foi alvo pela publicação do livro "Maddie - A Verdade da Mentira". De recordar que este livro foi o primeiro, pós-25 de Abril, a ser censurado pelo seu conteúdo, o que coloca em causa o princípio e direito fundamental, constitucionalmente consagrado, da liberdade de expessão. Aceito, por princípio, que uma obra possa ser criticada e que, caso contenha informação falsa e lesiva para terceiros, deva ser alvo de processo crime ou de indemnização civil, mas não aceito em condição alguma que qualquer obra seja censurada, da forma como esta foi, pelo que aproveito a oportunidade para endereçar um abraço de solidariedade a Gonçalo Amaral.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Princesa d'Água
Quando tirei esta foto de vista geral da Alameda:
Estava longe de reparar na "Princesa d'Água" que, com a sua elegância, contornos femininos e cabelos de água a esvoaçar, olhava para fim, com ar de pose:Portimão - 85 anos de cidade
No dia 11 de Dezembro de 1924, Manuel Teixeira Gomes, Presidente da República, natural da, então, Vila Nova de Portimão assinou o decreto de elevação dessa vila a cidade.
Não é possível saber se, alguma vez, Manuel Teixeira Gomes imaginou o desenvolvimento que a nova cidade viria a conhecer 85 anos depois, mas todos os anos repetem-se os discursos de homenagem e agradecimento, como os que aconteceram na Sessão Solene, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Portimão.
Este ano discursaram:
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Bancos do Jardim 1º de Dezembro
Estes bancos retratam momentos significativos da História de Portugal, como:
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Simão Bolivar tem ascendentes Portimonenses

Graças ao projecto de genealogia apoiado pelo município de Portimão http://www.genealogiadoalgarve.com/ torna-se mais fácil descobrir relações familiares de ancestrais portimonenses com indivíduos de todo o mundo.
Depois da surpresa que foi descobrir que figuras como Carlos Drummond de Andrade e Fernando Pessoa têm ascendências Portimonenses, ficamos agora a saber que também Simão Bolivar é descendente de um notável Portimonense.
O Capitão João Fernandes Leão Pacheco, nascido em Portimão no ano de 1543, partiu para a Venezuela em 1564, onde foi um dos fundadores da cidade de Caracas e fundador da cidade de Guanaré.
Notável conquistador, ajudou a consolidar o poder colonial espanhol e exerceu vários cargos políticos e administrativos, sendo uma das principais figuras da história venezuelana, ainda hoje recordado.
Leão Pacheco é 7º avô de Simão Bolivar por dois ramos diferentes, iniciados por duas filhas suas, Maria Pacheco e Leonor Pacheco (ambas 6ªs avós de Bolivar), mães de dois Juan Pacheco distintos (5ºs avós de Bolivar), pais de, respectivamente, Agustin Herrera e Clara Onate (4º avós de Bolivar), o primeiro pai de Juan Ascanio e a segunda mãe de Paula Ochoa (trisavós de Bolivar), que casaram entre si e tiveram Isabel Liendo, (Bisavó de Bolivar), que foi mãe de Francisca Herrera (avó materna de Bolivar), que foi mãe Maria Blanco, mãe de Simão Bolivar.

